A gestão em brasileiro

Expresso 18 de Maio de 2012 PDF

Diego Ferreira Ucha, líder da equipa do Brasil, explica algumas das diferenças na forma de fazer negócios que encontrou nos países que disputaram a final internacional do Global Management Challenge 2011.

Por MARIBELA FREITAS

O Brasil ficou em quarto lugar na final internacional do Global Management Challenge 2011, realizada no passado mês de abril, em Kiev, na Ucrânia. Este foi um dos melhores resultados obtido por este país nos últimos anos. Diego Ferreira Ucha conta algumas das diferenças que encontrou na forma de fazer negócios, nos diversos países que participaram neste evento.

"Os chineses investem muito em maquinaria e apostam na quantidade, já os países da Europa de Leste apostam um pouco mais na qualidade do que na quantidade. No resto da Europa não arriscam tanto e produzem menos por uma questão de preço", revela o líder da equipa brasileira. Foi com este cenário que a formação do outro lado do atlântico teve de lidar na final internacional. A participar pela terceira vez consecutiva neste evento, o Brasil está bem cotado como observador das diferenças empresariais. Na semifinal tiveram de enfrentar países como Portugal, Polónia, Dinamarca, Estónia e França. Disputaram a finalíssima com a Grécia, México, Polónia, Hong Kong, Ucrânia, Letónia e Rússia.

Na perspectiva de Diego Ferreira Ucha é muito diferente competir em cenário internacional do que no seu país. As estratégias desenvolvidas pelas equipas são múltiplas e há que lutar para ser o melhor e se diferenciar perante a concorrência.

Fonte: Expresso

Sobre mim

Especialista em Tecnologia da Informação pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (Poli / USP) e Cientista da Computação pelo Senac São Paulo.

Consultor em desenvolvimento de sistemas Web, com especialidade em Bibliotecas Virtuais e Digitais.

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